25.08.2009 - Die Welle (2008)

Eu ainda estou surpresa com o magnetismo que este filme exerceu sobre mim.
Não só o enredo me encantou desde que vi a sinopse por acaso por um email da Ingresso.com que recebi, mas a beleza do filme, bem dirigido, bem ambientado, bons atores. Inacreditável, totalmente diferente do que eu esperaria de um filme alemão.
Fiquei encantada, vidrada, maravilhada com cada detalhe, cada pequena coisa planejada por Rainer... perdão, Sr. Wenger, cada minúsculo ponto que tinha um objetivo e atingia sua meta. Incrível ver como as pessoas no fundo precisam da ordem, da regra, da lei e da autoridade. Fascinante observar o comportamento das pessoas mudando radicalmente quando a individualidade se foi e apenas o coletivo importa. É a perfeita expressão do "Um por Todos e Todos por Um" e aqui, não é a lealdade que impera, como no caso dos três mosqueteiros, é a consciência coletiva, é o instinto animal de matilha, é o saber que se cuida do Um não porque ele é importante individualmente, mas porque é parte do Todos e o Todos é tudo que importa.
Muitas vezes sou criticada por admirar alguns aspectos dos regimes autocráticos, mas não tenho vergonha de afirmar que a ordem (não é apologia a tais regimes, porque a teoria e a experiência mostram seus malefícios) faz da sociedade um lugar melhor. No filme, foi claro e evidente observar as mudanças de comportamento positivas de alguns alunos. Aprenderam sobre espírito de equipe, disciplina, respeito, educação. O extremismo é o grande problema. E é por isso que ainda escrevo um livro/monografia falando que há traços fortíssimos de autocracia no governo norte-americano e que o soft power e a hegemonia fazem com que todos os cidadãos abram mão de algo mais, extrapolem os limites do Contrato Social Roussouneano original e se mobilizem pela nação.
Filme do ano, com certeza. Inteligentíssimo e por isso, não recomendado a algumas pessoas (algumas que inclusive devem ler estas resenhas eventualmente, por pura falta do que fazer na vida). Corajoso também, porque mostrar o fácil surgimento de um forte grupo fascista na Alemanha contemporânea. Merece todos os louros e prêmios. 10, totalmente 10!
Fiquei encantada, vidrada, maravilhada com cada detalhe, cada pequena coisa planejada por Rainer... perdão, Sr. Wenger, cada minúsculo ponto que tinha um objetivo e atingia sua meta. Incrível ver como as pessoas no fundo precisam da ordem, da regra, da lei e da autoridade. Fascinante observar o comportamento das pessoas mudando radicalmente quando a individualidade se foi e apenas o coletivo importa. É a perfeita expressão do "Um por Todos e Todos por Um" e aqui, não é a lealdade que impera, como no caso dos três mosqueteiros, é a consciência coletiva, é o instinto animal de matilha, é o saber que se cuida do Um não porque ele é importante individualmente, mas porque é parte do Todos e o Todos é tudo que importa.
Muitas vezes sou criticada por admirar alguns aspectos dos regimes autocráticos, mas não tenho vergonha de afirmar que a ordem (não é apologia a tais regimes, porque a teoria e a experiência mostram seus malefícios) faz da sociedade um lugar melhor. No filme, foi claro e evidente observar as mudanças de comportamento positivas de alguns alunos. Aprenderam sobre espírito de equipe, disciplina, respeito, educação. O extremismo é o grande problema. E é por isso que ainda escrevo um livro/monografia falando que há traços fortíssimos de autocracia no governo norte-americano e que o soft power e a hegemonia fazem com que todos os cidadãos abram mão de algo mais, extrapolem os limites do Contrato Social Roussouneano original e se mobilizem pela nação.
Filme do ano, com certeza. Inteligentíssimo e por isso, não recomendado a algumas pessoas (algumas que inclusive devem ler estas resenhas eventualmente, por pura falta do que fazer na vida). Corajoso também, porque mostrar o fácil surgimento de um forte grupo fascista na Alemanha contemporânea. Merece todos os louros e prêmios. 10, totalmente 10!